São 03 am e estou aqui grudada no Youtube em plena madrugada assistindo à transmissão do U2 do show direto do Rose Bowl em Los Angeles (EUA). Acompanhem meus tweets via tag #U2webcast e amanhã aqui no blog eu comento porque U2 + tecnologias + entretenimento + emoção tem tudo a ver com pós-modernidade e com as transformações que estamos vivendo nessa era digital. Mesmo perdendo horas de sono precioso (e amanhã trabalho de manhã) tive que parar para observar um marco histórico da cultura da convergência, do entretenimento e da mídia a partir da transmissão via streaming com altíssima qualidade via YouTube além da interação e da conversação via Twitter. E a questão é, nesse momento penso cá com os meus botões (ou com os meus seguidores?) que a a falácia do que se convencionou chamar tv digital vai por água abaixo definitivamente com esse live streaming. Web mil TV zero!
Twin Peaks, A place where nobody dared to go, Brazil
Jornalista, Pesquisadora de cibercultura e professora do MCL/UTP e da FACINTER. Addicted to music and pop culture. Interesses de pesquisa: comunicação e cibercultura, teoria da sci-fi e imaginário tecnológico, subculturas, etnografia virtual, padrões de consumo na web, cenas, gêneros e música online. Soundcolocator nas horas vagas.
1 comentários:
Tv digital pra mim sempre foi um conceito falacioso.
Pra mim TV digital é isso aí que o U2 tá fazendo: transformar a TV, o seu conteúdo e forma, em algo verdadeiramente intrínseco e interno a rede.
E não um aparelho que me permite dar pause ou ver programas fora de seu horário normal. Isso já tinha nome: videocassete.
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